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Os domicílios são sempre desafiantes. Seja pela componente de sair da zona de conforto (Clínica), seja pelas diferentes experiências que se vivem.

Os grandes animais (vacas, porcos, cabra, ovelhas, cavalos, aves) são os mais comuns, no entanto há já muitos clientes que preferem que os seus animais domésticos sejam atendidos no conforto do lar.

No entanto, existem ainda outras situações muito particulares em que os animais não podem vir à clínica. Em todos os casos prestamos um serviço de consultas personalizado, no qual procedemos aos cuidados necessários e possíveis na sua residência. Desde vacinação, aconselhamento nutricional, desparasitação, tratamento, até ao despiste e prevenção de algumas doenças.

Em todo o caso, o principal é prestar assistência seja na nossa clínica ou em sua casa.



Em 1819, a pedido insistente do Marquês de Marialva, então nosso embaixador em Paris, partiram para a faculdade de Medicina Veterinária de Alfort um grupo de seis estagiários portugueses, mas apenas quatro viriam a completar o curso, tornando-se Médicos Veterinários.

Foram ele que criaram em Portugal a Escola Militar Veterinária em 1830.

Entre vários cargos existiram os  “Veterinários Distritais”; “Intendente de Pecuária”, entre outros ligados ao apoio à produção animal e ao sector da sanidade animal.

Em relação à Ilha da Madeira pode-se presumir que a atividade médico-veterinária apenas teve o seu início em 1862.

Nessa altura foram criados serviços do estado para apoio à pecuária, estudo da flora forraginosa e o recenseamento dos gados, mas os médicos-veterinários também possuíam atribuições sanitárias, policiais e higiénicas.

Após certo tempo também era permitido aos veterinários a título facultativo exercer atividade clínica.

Hoje certamente muitos anos depois já somos alguns no exercício desta profissão maravilhosa que é ser Veterinário. Aos veterinários que iniciaram este percurso na Madeira o meu obrigado por desbravarem caminhos e por dignificarem a nossa profissão ao longo destas décadas.

Fonte:

João Carlos dos Santos de França Dória – “A Medicina Veterinária na Madeira – de 1862 a 1974″ – DICA



Os Veterinários vão continuar a lutar.

Penso que escrevemos em nome dos Veterinários da Madeira, nós estamos alerta e vamos atuar quando descobrirmos situações de maus tratos, seja em que Concelho for da Madeira. Quem tiver conhecimento de situações de abandono, faça-nos chegar essa informação.

O abandono de animais é algo tão cruel quanto a própria violência física – e, infelizmente, acontece com frequência. A realidade é um pouco dura do ponto de vista da tomada de consciência de que ainda existem aqui na Madeira muitos animais que sofrem maus tratos e abandono, já o sabíamos, mas mesmo assim devemos fazer um alerta, um “wake up call”. Estamos a lidar com casos de animais abandonados, atropelados e em enorme sofrimento. Procuramos sempre proporcionar os melhores cuidados médicos possíveis, carinho e ternura. Mas, enfim, estamos ainda em choque como é possível haver pessoas sem coração e tão desumanas que conseguem abandonar, ferir, desamparar, agoniar e causar tanta tristeza a outro ser. A nós Veterinários, compete-nos atuar e exercer de forma profissional socorrendo todos os amigos de 4 patas.

Mas também, nós veterinários temos a responsabilidade social de apurar responsabilidades, mas também sensibilizar sempre que possível.

Este vídeo emocionante, criado pela 30 Millions d’Amis, uma fundação que defende os animais, critica essa atitude de abandono, tocando em um ponto sensível: um cachorro nunca abandona seu amigo humano, mesmo que este o faça.

“Ele nunca te vai abandonar. Não abandone”.


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